Segurança.
Confiança.
Profissionalismo.

Profissionais com mais de 30 anos em experiência cirúrgica. Referência internacional em cirurgia de alta complexidade sem transfusão de sangue.

Cirurgia Sem Sangue

Técnicas avançadas para procedimentos cirúrgicos complexos sem necessidade de transfusões sanguíneas.

Hepatectomia

Cirurgias especializadas no fígado com abordagem minimamente invasiva e recuperação acelerada.

Cirurgias Oncológicas

Procedimentos especializados para tratamento de câncer com foco na preservação de órgãos.

Cirurgia Digestiva

Tratamento completo para doenças do aparelho digestivo com técnicas modernas e seguras.

Cirurgia Geral

Procedimentos cirúrgicos abrangentes para diversas condições, desde apendicite até hérnias, com técnicas modernas.

Adrenalectomia

Remoção cirúrgica das glândulas adrenais para tratamento de tumores e distúrbios hormonais com segurança.

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Por Que Nossos Pacientes Nos Recomendam

Somos dedicados em garantir sua segurança em todos os procedimentos.

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Paciente em Primeiro Lugar

Cuidado centrado no paciente com abordagem humanizada e tratamento personalizado

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Comunicação Transparente

Explicamos cada etapa do tratamento para que você se sinta seguro e informado

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Expertise e Experiência

Mais de 30 anos de experiência em cirurgias complexas e casos de alta complexidade

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Tecnologia Avançada

Utilizamos as mais modernas técnicas e equipamentos para sua segurança e conforto

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Dr. Daniel Molinar

Dr. Daniel Molinar

Especialidade: Cirurgia Geral / Cirurgia sem sangue

Formado pela Faculdade de Medicina USP RP em 1985, com residência médica em Cirurgia Geral e Urologia há mais de 30 anos. Testemunha de Jeová com vasta experiência em cirurgia sem sangue para procedimentos gerais, oncológicos e urológicos.

Nossos Diferenciais

Cirurgias sem Transfusão

Garantia total de não utilização de transfusão sanguínea em todos os procedimentos

Alta Complexidade

Referência internacional em cirurgias de alta complexidade sem uso de sangue

Tecnologia Avançada

Máquina recuperadora de sangue e técnicas de hemodiluição para máxima segurança

Atendimento Humanizado

Cuidado centrado no paciente com comunicação transparente em todas as etapas

Perguntas frequentes

É aquela medicina que utiliza todo e qualquer modo terapêutico, seja farmacológico, cirúrgico, evitando a utilização de sangue e seus componentes. Um dos pilares da medicina sem sangue é o manejo de sangue do próprio paciente e isso é ciência baseada em técnicas, sejam elas médicas ou cirúrgicas para conservar o sangue do próprio paciente e minimizar ou evitar a necessidade de transfusão.

Qualquer pessoa pode se submeter a cirurgia sem sangue, até mesmo crianças, desde que sejam respeitados os cuidados e as recomendações das terapias alternativas ao uso do sangue. Existe um programa nos EUA e na Europa chamado PBM (Patient Blood Management), que em tradução livre significa gerenciamento do sangue do próprio paciente. Essa prática já é uma realidade há muito tempo nos Estados Unidos e Europa.

Existem fortes evidências científicas mostrando que pacientes que evitam a transfusão, mesmo em pequenas quantidades, têm menos complicações, recuperação mais rápida e tempo de hospitalização reduzido. Esses benefícios do manejo do sangue do próprio paciente incluem baixo nível de complicações no pós-operatório, como taquicardia, derrame cerebral e infecções.

Os pacientes têm risco de complicações imunológicas significativamente reduzido, incluindo reações alérgicas. Eles são menos expostos a vírus ou infecções e não correm o risco de receber sangue incompatível. Principalmente em tempos de pandemia, como dengue, chikungunya, zika e COVID-19, essa alternativa tem se mostrado muito segura.

Podemos dividir as cirurgias em duas categorias: eletivas e de urgência. No caso de pacientes com anemia que necessitam de cirurgia eletiva, é fundamental primeiro submeter-se ao diagnóstico e tratamento do quadro. É importante identificar se a causa da anemia está relacionada à produção inadequada de hemácias pela medula, doenças intestinais ou problemas no baço. Somente após o diagnóstico e tratamento é que realizamos a cirurgia eletiva. Já nas cirurgias de urgência, utilizamos a máquina recuperadora de sangue durante o procedimento. Pacientes com anemia submetidos a cirurgias eletivas têm 48% mais probabilidade de complicações.